terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Extinção do mal




Extinção do mal


Na didática de Deus, o mal não é recebido com a ênfase que caracteriza muita gente na Terra, quando se propõe a combatê-lo.

Por isso, a condenação não entra em linha de conta nas manifestações da Misericórdia Divina.
Nada de anátemas, gritos, baldões ou pragas.

A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem.

A propósito, meditemos.
O Senhor corrige:
a ignorância: com a instrução;
o ódio: com o amor;
a necessidade: com o socorro;
o desequilíbrio: com o reajuste;
a ferida: com o bálsamo;
a dor: com o sedativo;
a doença: com o remédio;
a sombra: com a luz;
a fome: com o alimento;
o fogo: com a água;
a ofensa: com o perdão;
o desânimo: com a esperança;
a maldição: com a benção.

Somente nós, as criaturas humanas, por vezes, acreditamos que um golpe seja capaz de sanar outro golpe.
Simples ilusão.

O mal não suprime o mal.

Em razão disso, Jesus nos recomenda amar os inimigos e nos adverte de que a única energia suscetível de remover o mal e extingui-lo é e será sempre a força suprema do bem.


Autor: Bezerra de Menezes
Psicografia de Chico Xavier

1 comentários:

marlene disse...

E SE DEUS DETERMINA QUE O MAL SEJA EXTINGUIDO NÃO PELA VIOLENCIA MAS PELA FORÇA PACIFICA DO BEM CABE A NÓS SEUS SERVOS SEMEAR SEMENTES DO AMOR DA FÉ DA ESPERANÇA PARA QUE O BEM POÇA FLORESCER COMO O SOL QUE RENASCE TODAS AS MANHÃS UM ABRAÇO MEU QUERIDO TUDO DE BOM BJS DE LUZ EM SEU CORAÇÃO
MARLENE

 

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